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jueves, 14 de julio de 2016

ALMALUSA EN LA BIBLIOTECA CAFÉ


FADOS  Y CANCIONES DE PORTUGAL

Almalusa, junto a la cantante brasileña Patricia Souza, presentarán su show de fados y canciones de Portugal el próximo sábado 23 de julio a las 21 en La Biblioteca Café, Marcelo T. de Alvear 1155.
Un espectáculo a la luz de las velas, sin amplificación, a la usanza lusitana, en un ambiente único.
Reservas al 4811-0673/ 4815-8156, edith@labibliotecacafe.com.ar. Derecho a show: $ 100. Consumición mínima: $ 140. Cena-show: $ 340.  info@labibliotecacafe.com.ar. 


sábado, 2 de julio de 2016

SHOW DE ALMALUSA PARA AGENDAR

EN LA BIBLIOTECA CAFÉ

El sábado 23 de julio a las 21 el grupo Almalusa presenta su espectáculo de fados en La Biblioteca Café, Marcelo T. de Alvear 1155. Las entradas cuestan $100 con una consumición mínima de $130. La cena show tiene un valor de $330. Para reservas, llamar al teléfono:  4811-0673 o al 4815-8156.


martes, 8 de diciembre de 2015

CUANDO CHARLES AZNAVOUR SE HACE FADO

MORIR POR TI, VERSIÓN FADO

Claudia Costa es una emigrante portuguesa radicada en Francia y en la RTP hizo la versión en fado de la canción emblemática de Charles Aznavour "Morir por ti".



jueves, 3 de diciembre de 2015

MARIANA ACCINELLI EN LA BIBLIOTECA CAFÉ

EN DICIEMBRE


El próximo 11 de diciembre a las 21 la cantante Mariana Accinelli presenta su espectáculo Fado & Tango en La Biblioteca Café en Marcelo T. de Alvear 1155 junto a sus músicos Leandro Cacioni en guitarra, Diego Capaccioli en guitarra y clarinete y Hernán Crespo en acordeón y percusión. Reservas al 4811- 0673.


jueves, 26 de noviembre de 2015

FALLECIÓ LA CANTANTE Beatriz da Conceição

Morreu uma grande dama do fado: Beatriz da Conceição

Uma grande intérprete, com uma postura autêntica, e uma referência para as novas gerações, de Ana Moura a Camané, de Helder Moutinho a Aldina Duarte. Decidiu começar a cantar em 1960, depois de lhe terem dito que ia "ser uma grande fadista".
A fadista Beatriz da Conceição, de 76 anos, intérprete de êxitos como Ovelha negra ou emblemáticos como Meu corpo, que recebeu em 2008 o Prémio Amália Rodrigues de Carreira, morreu esta quinta-feira, no Hospital de S. José, em Lisboa, disse à agência Lusa um familiar.


A "Tia Bia", como era conhecida no meio fadista, era uma "diva" na forma de estar e na atitude de autenticidade. Uma grande intérprete, ao nível das melhores. E uma referência para as novas gerações. É assim que a maioria evoca a fadista nascida no Porto a 21 de Agosto de 1939, que começou a cantar na década de 1960, depois de uma visita à casa de fados Solar de Márcia Condessa, em Lisboa.
Em 2012, numa entrevista ao PÚBLICO, falou sobre essa época e disse que decidiu cantar depois de Márcia Condessa lhe ter dito que ia "ser uma grande fadista". Também a sua musa, Lucília do Carmo, a incentivou: "Ó menina, você canta à sua maneira e muito bem. Assim é que é bonito."
O musicólogo e historiador do fado Rui Vieira Nery não hesita em dizer que ela foi “uma das três ou quatro figuras mais importantes da história do fado do último meio século”, destacando-lhe o “talento”, a “originalidade”, o “carácter único da sua arte” e “o grande cuidado na escolha dos poetas que queria cantar, com uma enorme exigência na escolha do repertório”, lembrando que “teve um papel importante como modelo para muitos fadistas das novas gerações”, pois “foi uma figura que esteve em actividade até ao fim".
O fadista Hélder Moutinho, que lhe dedicou um fado de homenagem (O fado da Bia), escrito por Fernando Tordo, não tem dúvidas: "Se no fado, enquanto intérprete, houve Alfredo Marceneiro, também houve uma mulher chamada Beatriz da Conceição.” Visivelmente emocionado, no Canadá, o fadista falou ao PÚBLICO por telefone acerca da sua “fadista preferida”, como ele a designa. “É muito difícil dizer o que quer que seja neste momento, porque a Beatriz era como se fosse da minha família. É sem qualquer dúvida a minha fadista preferida de sempre. Trabalhámos juntos. Fomos os melhores amigos. Enfim, tanta coisa para dizer. Mas não é fácil. Conheci-a em 1993, foi ela que, no fim de contas, me pôs a cantar. E não sou eu apenas que o digo. Era uma intérprete notável. Fica um enorme vazio.”
Camané recorda a Bia, como lhe chama, como uma das grandes fadistas. "Está ao nível da Maria Teresa de Noronha e da Amália”, diz ao PÚBLICO, acrescentando que é uma das suas referências: “Foi uma das pessoas com quem mais aprendi porque privei muito com ela, inclusive numa fase inicial do meu percurso, há 30 anos. Foi uma pessoa que me ensinou quase tudo”. Considera-a “uma figura incrível, óptima intérprete com um estilo muito próprio e um percurso fantástico”. “Beatriz da Conceição é o fado”, acrescenta.
Ela é uma forte referência para as novas gerações. Aldina Duarte revelou em diversas ocasiões que foi depois de a ouvir cantar que desejou ser fadista. Mafalda Arnauth homenageou-a interpretando o tema de Max Pomba branca, pomba branca, e Ana Moura convidou-a para o palco do Coliseu dos Recreios, em 2008, para interpretar Meu corpo, num espectáculo que viria a ser lançado posteriormente em DVD. 
São muitos os sucessos que criou, nomeadamente no teatro de revista, comoLisboa da Cor da Ponte ou Três Santinhos PopularesCantou em diversas casas de fado, como A Viela, Adega Machado, Nonó, Os Ferreiras, Taverna do Embuçado e Senhor Vinho. Há 50 anos, gravou o seu primeiro disco, um EP, para a etiqueta RCA, intitulado Fui por Alfama, tema de Guilherme Pereira da Rosa com música de Francisco Carvalhinho.
No texto da contracapa desse disco podia ler-se, num texto da editora, que "era jovem, turbulenta e irreverente, como uma rajada de ar fresco no meio fadista nacional." Pertencente à chamada nova vaga do fado, nesse tempo, interpretava com a mesma convicção o género alegre ou o dramático, embora fosse neste último que a emoção era mais exaltante. 
O maestro Paul van Nevel, fundador do Huelgas Ensemble, que gravou Tears of Lisbon com ela, em 1996, realçou, no texto desse álbum, "a força contida" da fadista, afirmando que a sua interpretação é de uma tal tristeza emotiva que consegue imprimir poesia "mesmo aos silêncios entre as palavras e versos".
Fuente: Periódico O Público, de Portugal.

sábado, 24 de octubre de 2015

IMPERDIBLE SHOW DE LUZ DE LÁGRIMA

PESSOA, PERSOA, PERSONA

El viernes 6 de noviembre a las 21.30 en La Scala de San Telmo, Pasaje Gifra 371, barrio de San Telmo, el público tendrá una nueva oportunidad de disfrutar de un recorrido musical por la frontera poética entre Galicia y Portugal con Luz de Lágrima.
En esta oportunidad tendrán dos músicos invitados: Alicia Alonso (violín) y Nardo González (guitarra portuguesa).
Fado y poesía en un recorrido desde el siglo XII hasta la actualidad.


domingo, 18 de octubre de 2015

EN TIEMPOS DE FADO, PRIMERA PARTE

FESTIVAL DE DANZAS

Comparto la primera parte del documental En tiempos de fado, del Festival de Danza del Centro Cultural Ricardo Rojas, realizado en septiembre de 2008.




miércoles, 14 de octubre de 2015

VINCULAN AL FADO CON LAS EMOCIONES

SURGE DE UN ESTUDIO PSICOLÓGICO RECIENTE

Gonçalo Barradas vai apresentar este estudo, que é o primeiro no âmbito da psicologia a explorar os mecanismos psicológicos subjacentes às emoções evocados pelo Fado, no decorrer da IV Conferência Internacional sobre Música e Emoções, em Genebra, na Suíça.
Os resultados preliminares do estudo apontam para o facto de que ouvir Fado, nos ambientes e modos em que hoje é interpretado, contribui para o bem-estar subjetivo dos seus ouvintes, como adiantou à Lusa Gonçalo Barradas, doutorando na Universidade de Uppsala, na Suécia.
Este é o primeiro estudo no âmbito da psicologia que explora os mecanismos psicológicos subjacentes às emoções evocados pelo Fado, nomeadamente a nostalgia e a tristeza, enfatizou.
Os resultados sugerem que o Fado induz principalmente nostalgia e tristeza. Outras emoções, como a alegria, são sentidas/evocadas com menor frequência. As emoções referidas são mediadas principalmente por memórias episódicas, contágio emocional e julgamento estético, explicou à Lusa.
Segundo o investigador, a nostalgia reforça o bem-estar subjetivo dos ouvintes no sentido em que fortalece o sentido de comunidade e permite a reflexão em aspetos pessoais do passado, enquanto a tristeza é regulada principalmente por experiências catárticas, como o ato de chorar e consequente bem-estar.
A nostalgia foi também associada com as memórias negativas dos ouvintes, que são importantes para o crescimento pessoal, e uma forma de evitar os erros do passado, enquanto a tristeza se associou aos aspetos melódicos do Fado, contribuindo principalmente para que o ouvinte encontre rapidamente uma emoção que condiz com o seu estado de humor, regulando assim o seu bem-estar.
Por outro lado, adiantou o investigador, o julgamento estético das características do Fado no seu contexto natural, está associado à mensagem transmitida, à expressividade do/a fadista e dos músicos, à sua destreza/habilidade e à proximidade estabelecida.




Para realizar esta investigação, Gonçalo Barradas esteve dois meses em Portugal, onde registou 34 entrevistas a ouvintes de fado. Analisou o seu conteúdo, tendo sido este codificado em categorias.
Gonçalo Barradas vai apresentar este estudo, que é o primeiro no âmbito da psicologia a explorar os mecanismos psicológicos subjacentes às emoções evocados pelo Fado, no decorrer da IV Conferência Internacional sobre Música e Emoções, em Genebra, na Suíça.
Os resultados preliminares do estudo apontam para o facto de que ouvir Fado, nos ambientes e modos em que hoje é interpretado, contribui para o bem-estar subjetivo dos seus ouvintes, como adiantou à Lusa Gonçalo Barradas, doutorando na Universidade de Uppsala, na Suécia.
Este é o primeiro estudo no âmbito da psicologia que explora os mecanismos psicológicos subjacentes às emoções evocados pelo Fado, nomeadamente a nostalgia e a tristeza, enfatizou.
Os resultados sugerem que o Fado induz principalmente nostalgia e tristeza. Outras emoções, como a alegria, são sentidas/evocadas com menor frequência. As emoções referidas são mediadas principalmente por memórias episódicas, contágio emocional e julgamento estético, explicou à Lusa.
Segundo o investigador, a nostalgia reforça o bem-estar subjetivo dos ouvintes no sentido em que fortalece o sentido de comunidade e permite a reflexão em aspetos pessoais do passado, enquanto a tristeza é regulada principalmente por experiências catárticas, como o ato de chorar e consequente bem-estar.
A nostalgia foi também associada com as memórias negativas dos ouvintes, que são importantes para o crescimento pessoal, e uma forma de evitar os erros do passado, enquanto a tristeza se associou aos aspetos melódicos do Fado, contribuindo principalmente para que o ouvinte encontre rapidamente uma emoção que condiz com o seu estado de humor, regulando assim o seu bem-estar.
Por outro lado, adiantou o investigador, o julgamento estético das características do Fado no seu contexto natural, está associado à mensagem transmitida, à expressividade do/a fadista e dos músicos, à sua destreza/habilidade e à proximidade estabelecida.
Para realizar esta investigação, Gonçalo Barradas esteve dois meses em Portugal, onde registou 34 entrevistas a ouvintes de fado. Analisou o seu conteúdo, tendo sido este codificado em categorias.
http://www.anasr.com/anasr/index.php?pag=noticias&news=90959&t=estudo-pioneiro-das-emocoes-diz-que-fado-contribui-para-o-bem-estar#sthash.YIktvVeb.xt0agBB1.dpuf

lunes, 12 de octubre de 2015

VOCES PROMINENTES EN EL TEATRO SAO LUIZ

TANIA OLEIRO, EN LISBOA



EL FADO LLORA A DEOLINDA RODRIGUES

LA ACTRIZ Y CANTANTE FALLECIÓ ESTE SÁBADO


Deolinda Rodrigues, falleció este sábado a los 90 años, luego de estar internada en el Hospital de Santa María.
De una destacada trayectoria, Deolinda comenzó a cantar a los ocho años y tuvo un programa de radio en la Emisora Nacional.
Cuando se casó abandonó la carrera artística aunque solía a veces realizar obras de teatro y operetas.




lunes, 5 de octubre de 2015

ARGENTINA CONMEMORA EL DIA DEL FADO

LO CELEBRAMOS CON MÚSICA

Amália Rodrigues fue la gran dama del fado llevándolo al mundo y haciéndolo conocer en los grandes escenarios. 
En 2012 el Honorable Senado de la Nación decretó el Día del Fado en honor a dicha cantante.
Mientras se espera que el fado tenga el lugar que se merece en tanto su difusión, podemos disfrutar de Amália Rodrigues, una gran referente pero no la única. Hay grandes voces que deben ser conocidas y reconocidas. Para eso es este espacio.